
Que Homer Simpson é um trapalhão todo mundo já sabe. Mas que ele pode pôr fim a toda a cidade de Springfield, não, ninguém consegue imaginá-lo capaz de tanto. Esta é a ideia do filme que levou 18 anos para ser produzido.
Com uma abertura bastante original, com Bart escrevendo na lousa do colégio “eu não devo baixar este filme ilegalmente”, e Lisa e seu discurso ativista sendo ignorada durante um show do Green Day (que também não foi ouvido), o filme arranca risos desde seus primeiros instantes.

Durante uma missa, vovô Simpson tem uma visão e avisa que um “rabo enrolado” causará desgraça e destruição a toda a cidade. Bart está filosofando sobre o tipo de pai que Homer é, e Marge continua ignorando as loucuras de Homer para manter o casamento. E graças às suas queridas “rosquinhas”, Homer consegue poluir o lago até torná-lo o mais poluído de todos os Estados Unidos. Graças a isso, o presidente dos Estados Unidos, Arnold Schwarzenegger, junto ao presidente da Agência Nacional de Segurança Ambiental decidem isolar a cidade com um grande domo, impedindo o contato de qualquer outro americano com a cidade.
Depois de loucas fugas, perseguições e encontros inesperados, Homer decide salvar a cidade da catástrofe ambiental que ele mesmo provocou. O desenrolar da história, acreditem, deixa qualquer fã louco tentando.
Sim, o filme lembra mesmo um episódio de TV, não decepcionando nenhum dos fãs. Assim como diz Matt Groening, criador da série, “o objetivo era fazer um episódio mais longo, e demoramos tanto a fazer porque somos preguiçosos”.
Uma grande pena é que a versão brasileira não vai contar com a participação do dublador Waldy Sant’anna, que imortalizou a voz de Homer no Brasil. Esperamos que o seu substituto faça um trabalho tão bom quanto o de Waldy.
Indicado para os fãs antigos, novos, e para quem não conhece também a vida da família mais pirada da América, o filme é diversão garantida.
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